
Seja qual for o sector, banalizou-se entre as empresas o gabinete do provedor. Só que muitos são vazios de uma figura com estatuto de árbitro no conflito entre empresa e cliente. Que conceito é este de provedor e que eficácia tem? O Negócios procurou a resposta no ano em que a transposição de uma directiva europeia obrigará as “empresas comerciais” a criar este orgão unipessoal.
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